OPINIÃO: Brasileiros se escandalizam fugindo do Flávio Bolsonaro por conta de conversas vazadas com Daniel Vorcaro. Ao mesmo tempo, foram amortecidos pela organização governo-imprensa. O Governo esteve com Vorcaro; Ministros estiveram e foram bancados por ele. Ou já se esqueceram do contrato de 129 milhões e da degustação de vinhos mais cara do mundo?
O “Gilmarpalooza” e os dois pesos da imprensa
O que me chama a atenção é que o filme do Bolsonaro segue em edição eterna, já o “Gilmarpalooza”, diz a imprensa, esvaziou. Por que será? O financiador do sistema está preso?
Flávio Bolsonaro procurou e dependeu de um senhor que não tinha culpa pública em cartório. Mas, muito antes disso — e existem registros que comprovam —, Vorcaro já bancava meio mundo de gente.
As perguntas que ninguém faz sobre Daniel Vorcaro
Curiosidade minha: Como Flávio conheceu Daniel Vorcaro? Em que circunstância? Alguém fez pontes? Se conheceram por acaso?
Agora, nem esses meus questionamentos me fazem desistir do projeto Flávio Presidente. Pois já está provado que o recurso solicitado era para a produção de um filme. Quem vai continuar crucificando Flávio pelo pedido de patrocínio para a produção de um filme?
A armadilha da esquerda e o “fogo amigo” na Direita
Essa direita que eu estou vendo nas redes é uma vergonha. Joga junto com bandido. Basta o bandido dizer “eu não devo nada e não tenho nada a ver com isso” — sabendo que ele está atolado até o pescoço —, que preferem fortalecer o bandido a defender o aliado.
Flávio Bolsonaro segue sem medo de enfrentar Lula
Por outro lado, enquanto essa “direita limpinha” faz o jogo de bastidores da Globo e de Lula, Flávio Bolsonaro trabalha em silêncio no cenário internacional. O senador viajou aos Estados Unidos com uma missão clara: convencer o governo americano a classificar as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.

Essa movimentação surtiu um efeito prático que causou um estrago horrível à narrativa governista de Lula. Afinal, Flávio carrega uma postura pesada de enfrentamento para livrar os cidadãos de bem da opressão do crime.
Para alcançar esse objetivo, a grande aposta do parlamentar é defender a aplicação no Brasil de um espelho internacional. A ideia é trazer o bem-sucedido modelo de tolerância zero implementado por Nayib Bukele em El Salvador.
Modelo Bukele contra o crime organizado ganha força nos EUA
A classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos reacendeu no Brasil o debate sobre o combate ao crime organizado. O tema trouxe novamente ao centro das discussões uma das principais bandeiras defendidas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ): o endurecimento das ações contra facções criminosas inspirado no modelo adotado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele.
Nos últimos anos, Flávio tem apontado a experiência salvadorenha como referência para enfrentar organizações criminosas. Entre as medidas defendidas estão a construção de presídios de segurança máxima, o isolamento rigoroso de líderes de facções, o endurecimento das penas para crimes graves e a redução de benefícios para integrantes do crime organizado.
A tese de Flávio Bolsonaro contra as facções e o terrorismo
Uma das propostas mais destacadas pelo senador é o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas. Com a recente decisão dos Estados Unidos envolvendo as principais organizações criminosas do país, aliados de Flávio afirmam que o debate ganha força e passa a receber maior atenção dentro e fora do Brasil.
O modelo de Bukele ficou conhecido internacionalmente após a expressiva redução dos índices de violência em El Salvador. Para seus defensores, a experiência demonstra que o enfrentamento firme ao crime organizado pode gerar resultados concretos na segurança pública. Já os críticos apontam preocupações relacionadas a direitos individuais e aos desafios de adaptação dessas medidas ao sistema jurídico brasileiro.
Com a segurança pública consolidada entre os principais temas para as eleições de 2026, a discussão sobre o Modelo Bukele, o combate às facções e o tratamento mais rigoroso contra organizações criminosas tende a ocupar cada vez mais espaço no debate político nacional.

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